Qual será o cenário pós-pandemia para as criptomoedas?

O COVID-19 trouxe incertezas sobre o futuro, inclusive no que tange à economia. Neste texto, vamos conversar sobre o cenário pós-pandemia para as criptomoedas.

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Cenário econômico pós-pandemia:

 

O ano de 2020 foi, até então, o ano de incertezas para o cenário econômico mundial – também para o campo da saúde coletiva. O COVID-19 mudou, de maneira repentina e bastante abrupta, a forma como vivemos, nos relacionamos, trabalhamos e até mesmo pensamos em investir. A nova doença assolou todo o mundo e colocou centenas de países em estado de alerta.

 

Todos os aspectos que se podem imaginar acabaram, por fim, sofrendo com a pandemia, desde as rotinas do dia a dia até as incertezas da economia mundial. Logo, não importa com o que você trabalha, onde você mora ou quais lugares você frequenta – todos foram afetados pelo novo coronavírus.

 

Na economia não foi diferente. A cotação de diversas moedas caiu: internacionais, nacionais ou encriptadas, ninguém conseguiu se salvar. Por conta disso, surge o questionamento: como ficará o cenário financeiro das criptomoedas pós-pandemia?

 

Essa é uma pergunta que diversos traders, holders e novos investidores vêm se fazendo. A dúvida sobre como o mundo irá se recuperar pós-pandemia é algo que vem pairando à milhares de pessoas.

 

O impacto que o novo COVID-19 teve sobre todo o mundo é imensurável – taxas de desemprego altíssimas, cenários financeiros completamente abalados, moedas em constante queda, e assim por diante. Com tudo isso, fica difícil imaginar como será o período pós-pandemia.

 

Nesse momento há muitas incertezas e o que nos resta é buscar por informações que possam oferecer, ao menos, uma perspectiva positiva – e mais próxima da realidade possível – do que virá em seguida.  

 

Por exemplo, através da análise de dados e do cálculo de probabilidades, é possível ter uma ideia de como o cenário financeiro, principalmente no que se diz respeito às criptomoedas, será na pós-pandemia. 

 

É exatamente sobre isso que iremos discutir hoje. Vale a pena investir em criptomoedas em meio à crise do COVID-19? Como será a cena econômica para a recuperação dos ativos pós-pandemia? Vamos descobrir!

 

 

O que são criptomoedas?

 

Para entender o comportamento desses ativos no período pós-pandemia, antes de qualquer coisa, é preciso saber o que são de fato as criptomoedas e como elas funcionam. 

 

Em linhas gerais, as criptomoedas são ativos financeiros virtuais, que não possuem uma unidade física, ou seja, só existem dentro do universo digital. Alguns desses ativos são controlados por empresas e instituições bancárias, compondo a categoria de moedas centralizadas, que são administradas e emitidas por uma determinada organização. O principal exemplo de uma moeda centralizada é a Ripple, que possui o apoio de bancos. 

 

Por outro lado, existem moedas que são descentralizadas. Estas são classificadas devido à sua independência sobre instituições e órgãos de controle, sendo, portanto, livres de quaisquer tipos de monopólio ou intervenção. Um exemplo disso é o Bitcoin, que dita sua própria cotação e não possui relação com nenhum país ou organização, configurando-se como uma moeda universal. 

 

Foi o Bitcoin, inclusive, que iniciou a onda das criptomoedas. O ativo surgiu em meados de 2008 e foi o primeiro tipo de moeda virtual criado – e sua ascensão foi astronômica, chegando a valer, em 2017, quase U$ 20.000. 

 

Desde o boom das criptomoedas, o mercado financeiro vem se abrindo cada vez mais para essas opções alternativas de investimento, contudo, com o cenário criado pelo COVID-19, o futuro das criptomoedas é incerto, principalmente em uma projeção pós-pandemia. 

 

 

Como o cenário financeiro irá se recuperar pós-pandemia?

 

Muito se especula a respeito de como a economia de diversos países irá se recuperar da pandemia causada pelo COVID-19. Afinal, o estrago feito pelo vírus não foi pequeno e, por isso, mercados inteiros entraram em colapso. 

 

Dezenas de países desenvolvidos, por exemplo, estão com taxas de juros próximas ou abaixo de zero. Os Estados Unidos, por sua vez, chegaram a alcançar o menor nível da da história em meio à pandemia.

 

No Brasil a perspectiva não é muito boa também. A continuidade do ciclo de cortes do Copom está prestes a levar os juros reais à nulidade. Assim, os “spreads” de risco são elevados às alturas e refletem o aumento considerável da possibilidade de “defaults”. 

 

Além disso, o Real (BRL) tornou-se a moeda mais desvalorizada em relação ao dólar nesse período. Logo, surge o questionamento: como será o período pós-pandemia para o mercado financeiro?

 

 

O mercado das criptomoedas perante a crise do COVID-19

 

Qual será o cenário pós-pandemia para as criptomoedas?
Qual será o cenário pós-pandemia para as criptomoedas?

 

Assim como todos os ativos financeiros, as criptomoedas também sofreram uma queda considerável com a crise do COVID-19 – nem a moeda mais popular ficou fora dessa. 

 

O Bitcoin, no dia 13/03/2020, chegou a custar apenas R$ 20.510, em uma queda de mais de 32% em relação a cotação do dia anterior.

 

Contudo, quem sai na vantagem são as moedas descentralizadas, como é o caso do Bitcoin. Por não possuir relação alguma com os países afetados pelo novo vírus, o criptoativo parece ser uma ótima alternativa de investimento em tempos de tamanha incerteza e dado o seu potencial de recuperação em meio a crise.

 

Passados apenas 15 dias da grande queda, o Bitcoin recuperou 67% de sua cotação e voltou a custar R$ 34.250 no dia 27/03/2020.

 

O Bitcoin é um ativo financeiro volátil, e para alguns isso pode ser um problema. No entanto, agora, isso parece ser uma característica positiva, que implica na iminente valorização da moeda e na possibilidade de obter rendimentos com as flutuações de preços.

 

Em meio a tantas preocupações e constantes quedas de moedas fiat, como o Real, a busca por soluções alternativas é necessária – e é aí que as criptomoedas entram frente à pós-pandemia. Nesse sentido, essa pode ser a melhor opção para preservar o seu patrimônio. Continue a leitura e entenda os riscos do investimento em Bitcoin e os potenciais ganhos.

 

 

O Bitcoin no pós-pandemia

 

Qual será o cenário pós-pandemia para as criptomoedas?
Qual será o cenário pós-pandemia para as criptomoedas?

 

Existem diversas razões pelas quais o Bitcoin ganhou força no mercado. Logo no início, em meados de 2008, a moeda já se mostrava uma aposta promissora e ao longo dos anos isso foi comprovado. 

 

Em 2017, o criptoativo sofreu a maior alta da história, chegando a ser cotado em cerca de U$ 20.000. No Brasil, cada unidade da moeda chegou a custar cerca de R$ 71.000. Assim, mesmo com certa volatilidade, o Bitcoin mostrou para o que veio e se consolidou como uma moeda de rápida recuperação – o que é crucial para o período pós-pandemia.

 

Em meio ao COVID-19, no momento mais agudo de toda a crise, o Bitcoin sofreu com certa desvalorização, sim. Todavia, em cerca de 15 dias após atingir a sua cotação mínima durante esse período de crise, sua recuperação foi de 67%.

 

Por essas razões, o ativo parece ser um investimento seguro, tendo em vista tantas incertezas apresentadas por moedas centralizadas, como o dólar, que ainda está sofrendo com a pandemia. 

 

Dessa forma, é possível considerar o Bitcoin como uma reserva de valor, que ajudaria milhares de investidores a preservar seus patrimônios no pós-pandemia, enquanto o mercado financeiro ainda não estiver totalmente recuperado. 

 

A perspectiva que possuímos acerca do cenário criado pelo COVID-19 não é nada positiva e ainda existem muitos questionamentos sobre até quando essa crise irá durar. Portanto, em meio a alternativas viáveis, o Bitcoin é a melhor opção. 

 

O Bitcoin é capaz de promover segurança, pois somente você terá a chave-privada da sua carteira. Em um momento pós-pandemia em que a economia reaquecer, você poderá liquidar suas moedas pela moeda fiat assim que a cotação do BTC chegar à patamares de preço iguais ou superiores ao que você pagou pela criptomoeda.

 

Você pode pensar nas criptomoedas como uma versão virtual do ouro, onde é possível aplicar o seu dinheiro, a fim de criar uma reserva de valor segura e oportuna.

 

 

E como as demais criptomoedas ficam pós-pandemia?

O Bitcoin não é o único criptoativo disponível no mercado. Na verdade, o universo das moedas virtuais é gigantesco e nele há centenas de opções alternativas para se explorar. Mas, é preciso tomar cuidado e analisar bem o mercado antes de entrar nessa. 

 

“Altcoins” é uma forma generalizada de se referir a essas outras alternativas. Nesse sentido, cada uma delas está conectada a uma determinado projeto, que propõe a resolução de um problema que, caso seja bem sucedida, levará à valorização das moedas.

 

Existem criptomoedas sólidas, com projetos sérios e usabilidades inovadoras. A principal questão é saber encontrá-las e aplicar o seu dinheiro somente em criptomoedas extremamente consolidadas.

 

Logo, a lógica propõe que seja feito um investimento pulverizado, com certa expectativa acerca do projeto da Altcoin e que leve em consideração a sua seriedade no mercado de criptomoedas. Entretanto, por que investir em criptomoedas? Continue acompanhando para descobrir mais informações sobre o assunto! 

 

 

Vale a pena adotar o Bitcoin como reserva de proteção?

Um ponto muito importante que qualquer investidor deve entender a respeito do Bitcoin é que ele funciona, principalmente, de acordo com a lei da oferta e da demanda. Logo, sua cotação é dada graças à relação de pessoas que buscam comprar o ativo sobre aqueles que desejam vender. 

 

Sendo assim, sua valorização pode ser um pouco instável, volátil, levando em consideração que existem momentos onde o mercado financeiro está mais ou, então, menos ativo – os períodos de alta e baixa, por exemplo. Com isso, o Bitcoin ganhou a fama de ser uma moeda muito volátil, em comparação aos ativos tradicionais. 

 

Contudo, no decorrer dos anos, à medida que sua utilização se tornou mais frequente e popular, a moeda passou a ganhar certa estabilidade, sendo disseminada no mercado e, portanto, consolidando-se como uma forma de investimento válida e lucrativa. Por isso, vale a pena sim realizar aplicações em criptomoedas. 

 

Principalmente agora, ampliar as carteiras de investimento para opções alternativas, como o Bitcoin, é algo totalmente apropriado e recomendado por especialistas. 

 

 

Por que investir em Bitcoin em meio à pandemia?

É simples: o Bitcoin é um ativo de proteção, ou seja, ele tende a manter ou, então, aumentar o seu valor em um período de crise – sem quedas brutas, que acarreta na desvalorização da moeda. 

 

Dessa forma, como um ativo de proteção, fatores relacionados ao histórico de preços da moeda e seu impacto econômico contribuem para que, cada vez mais, novos investidores acreditem no seu potencial e apostem na solução como uma alternativa válida. 

 

Durante a pandemia, o Bitcoin está sendo considerado um ativo de refúgio, onde é possível preservar o seu capital das fortes oscilações de preços das moedas correntes, e não sofrer tanto com os efeitos financeiros da crise. 

 

 

Principais características do Bitcoin

Existem outros motivos pelos quais mais e mais pessoas estão considerando o Bitcoin como uma solução viável para fugir dos efeitos colaterais da crise causada pelo COVID-19. 

 

Como uma reserva de valor confiável, são as características do Bitcoin que o faz ser interessante aos olhos dos investidores. 

 

 

Liquidez

A liquidez de uma criptomoeda implica, de forma resumida, em sua capacidade de ser convertida em dinheiro de papel rapidamente. Logo, por ser aceito nos principais mercados do mundo, o Bitcoin possui um nível de liquidez bem alto. 

 

Dessa forma, quando necessário, é possível transformar o investimento no ativo facilmente em dinheiro tradicional, seja em dólares ou em reais. Para liquidar seu Bitcoin, é só utilizar uma corretora de criptomoedas para isso.

 

 

Histórico de crescimento

O Bitcoin já está no mercado financeiro há muitos anos, mais especificamente desde 2008, quando surgiu no cenário econômico. Sendo assim, é possível analisar com clareza sua história de crescimento. 

 

Já no início, a tendência do Bitcoin era de seguir sempre uma linha de crescimento potencial e, mesmo que enfrentasse períodos de queda, a moeda vivia em uma recuperação constante. 

 

Assim, analisar o seu histórico é fácil e prever seu comportamento pós-pandemia também, tendo em vista que a moeda possui uma rápida tendência de recuperação e crescimento futuro.

 

Logo, quem investe em Bitcoin pode ter uma certeza de que uma hora ou outra acontecerá uma supervalorização da moeda e este é o melhor momento para liquidar os seus investimentos.

 

 

Independência de bancos centrais e organizações financeiras

Outro ponto que faz com que o Bitcoin seja ideal para reservas de valor pós-pandemia é o fato de que as moedas não têm nenhum tipo de relação com bancos centrais e organizações financeiras e, assim, não sofrem com o cenário político de determinados países.

 

Com isso, a descentralização permite que o valor do Bitcoin seja definido pelo próprio mercado e não sofra impactos graves em consequência da situação de cada país no período pós-pandemia. É principalmente a lei da oferta e demanda que dita o valor do Bitcoin no mercado, assegurando a fluidez do ativo mesmo em meio à recuperação pós-pandemia. 

 

A verdade é que o nosso futuro ainda é incerto e não podemos prever ou determinar quando a crise do novo coronavírus irá acabar. Contudo, neste momento, o que podemos fazer é nos preservar, cuidando de aspectos financeiros e garantindo que para o cenário pós-pandemia, nosso capital esteja de certa forma protegido, pronto para a recuperação da economia.

 

Por isso, as criptomoedas surgem como soluções alternativas para a reserva de capital e proteção de patrimônio, evitando que mais aspectos da nossa vida sofram com os efeitos colaterais do COVID-19. 

 

Em um cenário pós-pandemia, portanto, os ativos encriptografados servem como uma forma de proteção monetária. 

 

Como você tem protegido o seu dinheiro? Deixe nos comentários!

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