10 Perguntas frequentes sobre criptomoedas

Mesmo após mais de 10 anos de existência das criptomoedas, alguns questionamentos sobre a tecnologia ainda são comuns. Vamos responder as maiores dúvidas!

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A ascensão das criptomoedas aconteceu de maneira progressiva após o lançamento do Bitcoin. O primeiro criptoativo foi o ponto de partida para que esta tecnologia dominasse o mercado financeiro e marcasse um lugar de destaque entre as opções de investimento.

 

E, há mais de dez anos depois do início da trajetória das criptomoedas, vários questionamentos ainda são comuns. 

 

A medida em que as criptomoedas se estabelecem no mercado e passam a ter maior difusão, o olhar de mais e mais pessoas é voltado para este setor e desperta o interesse de novos investidores, curiosos pelas vantagens que os ativos oferecem. 

 

O Bitcoin é, hoje em dia, a criptomoeda mais popular do mundo – e a mais capitalizada também. Desde seu lançamento, a criptomoeda conquistou um lugar de respeito no universo financeiro, servindo, inclusive, de inspiração para a criação de novos ativos por meio da rede blockchain.

 

Por isso, uma vez que a popularidade da moeda só cresce, muitas dúvidas a respeito do investimento também surgem. 

 

O que é? Como funciona? É possível lucrar com o Bitcoin? As perguntas frequentes sobre criptomoedas são muitas.

 

Mas, diferente do que pode parecer, principalmente aos olhos de quem ainda não está familiarizado com a tecnologia, as criptomoedas são opções simples de investimento que, assim como qualquer outra, requer estudo sobre o mercado e precaução antes de investir. 

 

Para ajudar na compreensão deste cenário, neste artigo respondemos 10 perguntas frequentes sobre criptomoedas, de modo a esclarecer o assunto e preparar você, leitor, para investir com segurança no mercado das moedas digitais. 

 

Então, continue a leitura e tire de uma vez por todas suas dúvidas acerca do Bitcoin e suas características!

 

10 perguntas frequentes sobre criptomoedas!
10 perguntas frequentes sobre criptomoedas!

 

 

1 – O que é Bitcoin?

Para responder às perguntas frequentes sobre criptomoedas, primeiramente, precisamos entender o que levou a ascensão deste cenário.

 

O Bitcoin foi lançado em meados de 2009, como uma criação de Satoshi Nakamoto – um pseudônimo que até hoje não foi revelado, podendo representar, assim, tanto um grupo de programadores quanto uma única pessoa.

 

O ativo foi o primeiro a se enquadrar no conceito de “criptomoeda”, anteriormente descrito por Wei Dai, em 1998. Tal termo já havia sido debatido no universo cypherpunk, sugerindo um novo formato para o dinheiro, no entanto, somente a partir do Bitcoin a ideia foi implementada.

 

No início, a proposta tinha como objetivo o uso de criptografia para mediar as transações e emissões de moedas, eliminando uma autoridade central. 

 

Apesar das sugestões acerca do projeto, que já idealizavam este novo modelo de moeda, o mundo só pôde ver o que de fato seria uma criptomoeda com a divulgação do White Paper do Bitcoin, publicado por Nakamoto em 2009. O documento continha as primeiras especificações do ativo.

 

Respondendo, então, a pergunta mais frequente sobre criptomoedas, acerca do que é um Bitcoin, pode-se afirmar: o Bitcoin é uma criptomoeda descentralizada, baseada na tecnologia blockchain, com operações suportadas unicamente no cenário digital.

 

Logo, enquanto ativo descentralizado, o Bitcoin não é controlado por nenhuma instituição ou governo e seu gerenciamento é feito pelos próprios usuários do sistema. Ou seja, não há uma autoridade central, o que impede falhas na hierarquia. 

 

Com base na tecnologia blockchain desenvolvida por Nakamoto para sustentar a rede, as transações da moeda são inteiramente transparentes, de modo a reduzir o risco de golpes e fraudes. A cadeia de blocos permite a integridade da rede e sua auto sustentação, garantindo segurança e privacidade às transações.

 

Por fim, uma das principais características do Bitcoin é o fato dele poder ser considerado uma “moeda virtual”, que permite compras online e serve, até mesmo, como forma de investimento no mercado financeiro. 

 

Afinal, por não estar ligado a nenhuma autoridade central, sua cotação depende apenas do mercado, o que pode render grandes lucros aos investidores. 

 

 

2 – Quem controla a rede Bitcoin? 

Por ser uma rede descentralizada, como mostrado acima, ninguém controla de maneira direta o Bitcoin – são os próprios usuários, espalhados ao redor do globo, que gerenciam a rede. 

 

Nesse sentido, os indivíduos têm liberdade para escolher qual software ou versão usar, sem restrições. Assim, mesmo com as melhorias propostas por desenvolvedores em relação ao software do Bitcoin, não é possível forçar uma mudança repentina no protocolo do sistema.

 

Por isso, a fim de assegurar a compatibilidade entre os usuários, o software deve compartilhar as mesmas regras para todos. Deste modo, a regra matriz é simples: o Bitcoin só funciona mediante o consenso de todos. 

 

Esta, por sua vez, é a essência da descentralização da moeda, uma vez que o controle é difundido entre milhares de usuários. 

 

 

3 – Como o Bitcoin funciona?

O Bitcoin pode funcionar de duas maneiras: para os usuários, ele serve como uma aplicação que fornece uma carteira digital; por outro lado, ele também se estende por uma complexa estrutura de cadeia de blocos, a chamada blockchain. 

 

Assim, para os usuários interessados unicamente em investir no ativo, a rede funciona como uma espécie de carteira digital, onde é possível armazenar, movimentar e transferir ativos, da forma como quiser. 

 

As transações podem ser feitas de usuário para usuário ou junto à exchanges – corretoras online de criptomoedas que auxiliam nessa negociação. Além disso, as carteiras permitem a reserva de capital, através investimento. 

 

Porém, por trás disso, se desenrola um complexo sistema de criptografia – a blockchain. A tecnologia pode ser entendida como um “livro de registros”, que contém todas as transações já processadas pela rede. Por meio dela, os usuários podem verificar a validade de cada movimentação. 

 

Com a autenticidade protegida por assinaturas digitais, as transações são controladas pelos próprios usuários, que contam com o endereço das carteiras para realizar transferências ou receber ativos. 

 

Outra pergunta frequente sobre criptomoedas diz respeito ao processamento dos dados, uma vez que não há um controle centralizado. Na rede do Bitcoin, qualquer um pode processar as transações na blockchain, utilizando um forte poder computacional. Esta prática é conhecida como mineração e, com ela, recompensas são oferecidas aos indivíduos dispostos a integrá-la. 

 

 

4 – Como investir no Bitcoin? 

Das perguntas frequentes sobre criptomoedas, as que dizem respeito a como investir no ativo são as mais populares. Muitas pessoas, apesar de enxergarem na criptomoeda uma ótima oportunidade de negócio, ainda não sabem como iniciar o investimento. 

 

A princípio, vale ressaltar que não existe somente uma forma de investir em Bitcoin. As criptomoedas podem ser adquiridas de várias formas diferentes, desde a compra direta com outros usuários, por meio de exchanges ou através da mineração dos ativos

 

Logo, quem decide a melhor forma de investir é você!

 

Para quem opta por praticidade, as exchanges de moedas são opções mais interessantes e de fácil acesso. Nelas, é possível comprar criptomoedas e negociar de forma segura e com total suporte. Já para aqueles que preferem uma transação direta, os ativos podem ser adquiridos em negociações peer-to-peer.

 

Assim, é preciso considerar uma série de fatores que vão além da compra, como por exemplo: o seu perfil de investidor, o capital disponível para investimento, tipo de estratégia e a perspectiva para o retorno, a curto, médio ou longo prazo. 

 

Com essas informações em mente, então, é hora de estudar o mercado e se preparar para investir quando for o momento certo. 

 

 

5 – Por que as pessoas confiam no Bitcoin?

Quando novas tecnologias surgem, é normal que existam questionamentos em relação à segurança. Por isso, uma das perguntas frequentes sobre criptomoedas é: porque pessoas confiam no Bitcoin?

 

Por ser uma rede descentralizada e open-source (de código aberto), o Bitcoin fornece total transparência acerca de suas operações. Suas características permitem que qualquer pessoa ao redor do mundo tenha acesso ao código-fonte da rede, sendo possível analisar de perto como a tecnologia funciona. Ou seja, o Bitcoin é aberto para todos. 

 

Graças à blockchain, todas as transações e moedas emitidas podem ser consultadas em tempo real, a qualquer momento e por qualquer usuário. 

 

Além disso,  a tecnologia permite que movimentações sejam feitas sem que haja a necessidade de atuação de terceiros – como bancos, instituições, etc. Todo o sistema é protegido por algoritmos criptográficos.

 

Assim, a possibilidade de que fraudes ou golpes afetem a rede do Bitcoin é mínima. 

 

 

6 – Posso ganhar dinheiro com Bitcoin?

Da mesma forma como em outros investimentos, é preciso ter cuidado ao comprar e vender Bitcoins. Comprar e vender sem antes estudar o mercado pode gerar problemas e afastar investidores de seu objetivo principal: ganhar dinheiro. 

 

O universo das criptomoedas é repleto de oportunidades de negócios e a medida que essas oportunidades oferecem um boa margem de lucro, elas também incluem riscos. Deste modo, não há como garantir que o investimento em Bitcoin será bem-sucedido. Ora a moeda pode estar em alta, ora seu valor pode cair. 

 

O mercado é volátil e investir tempo e recursos no Bitcoin requer um espírito empreendedor e perfil agressivo para investimentos.

 

Os métodos para obter lucros com a criptomoeda, no entanto, são muitos. É possível, por exemplo, minerar o ativo, executar negociações ou trabalhar com a especulação da moeda. 

 

 

7 – Bitcoin é legal?

Quando o assunto são criptomoedas, algumas pessoas tendem a julgar que se tratam de ativos ilegais. Embora alguns países tenham, sim, restringido do uso ou proibido a circulação de moedas alternativas em seu território (como é o caso da Argentina e da Rússia), o Bitcoin é legalizado em grande parte do mundo. 

 

A tecnologia vem sendo empregada em diversas operações financeiras, tanto de empresas quanto de instituições governamentais, que visam promover a transparência de suas movimentações. 

 

Assim, reguladores que atuam em diferentes jurisdições estão trabalhando a fim de tornar o uso do ativo algo regulamentado no sistema financeiro, aumentando sua difusão e adoção perante todas as parcelas da sociedade. 

 

 

8 – Bitcoin pode ser regulamentado?

O protocolo do Bitcoin prevê a implementação de uma rede descentralizada, que não funciona sem a cooperação dos usuários. Logo, a tentativa de atribuição de direitos especiais, dada a uma determinada autoridade local, não é uma possibilidade viável. 

 

O Bitcoin pode ser usado com diferentes finalidades e sua regulamentação dependerá das leis de cada país. O desafio dos reguladores, então, está no desenvolvimento de soluções que sejam, ao mesmo tempo, eficazes em relação ao uso do moeda, sem atrapalhar o crescimento de mercados emergentes. 

 

Frente a isso, a utilização do Bitcoin pode sofrer com regulamentações restritivas e normas que dificultam a difusão da moeda. No entanto, observando da perspectiva dos avanços do mercado, cada vez mais as criptomoedas vem ganhando espaços e, por isso, espera-se que um dia a capitalização dos ativos seja algo regulamentado em todo o mundo.

 

 

9 – Como é feita a mineração de Bitcoin?

Por meio de softwares específicos e alto poder de processamento, os mineradores precisam encontrar o que chamamos de hash (chave da criptografia de cada bloco) e realizar o registro de cada transação.

 

Isso é feito por meio da resolução de cálculos complexos que, quando solucionados, têm seus resultados publicados e o responsável por desvendar essa equação é recompensado pelo esforço com criptomoedas – e é isso que torna a mineração tão atrativa.

 

Veja detalhes sobre a mineração de Bitcoin em nosso artigo: “O que é mineração de Bitcoin?

 

 

10 – Onde comprar Bitcoin?

Como mostrado anteriormente, existem diversas formas de comprar a criptomoeda.

 

Apesar de haver a possibilidade de comprar por meio de peer-to-peer (de pessoa para pessoa), sem a interferência de terceiros, no Brasil, a melhor maneira de comprar ou vender Bitcoin é através das exchanges. Chamadas também de casas de câmbio ou corretoras de criptomoedas, essas empresas trabalham de forma especializada no intermédio de operações relacionadas à ativos financeiros. Sendo assim, elas são responsáveis por conectar compradores à vendedores, de forma segura e confiável, diretamente por suas plataformas digitais. 

 

As exchanges oferecem um ambiente seguro para as negociações e ainda proporcionam total suporte para aqueles que estão começando a investir. Assim, caso esteja começando agora no mercado financeiro, essas empresas podem ser a melhor opção. 

 

A Braziliex é uma das empresas de maior destaque neste ramo no Brasil. Ela já está há mais de 3 anos no mercado, trazendo soluções e segurança para quem deseja investir em criptos.

 

Com suporte aos usuários, a Braziliex promove a compra simplificada de criptomoedas, além de informações que ajudam na hora de investir, como a cotação do Bitcoin em tempo real e opções de controle de investimento. 

 

É comum que surjam perguntas frequentes sobre criptomoedas na hora de investir. Afinal, o cenário ainda é novo para muitos, apesar de sua crescente evolução. Mas, a verdade é que negociar criptomoedas não é tão complicado de entender quanto parece e, uma vez compreendido o seu funcionamento, investir se torna mais fácil!

 

Abra a sua conta na Braziliex e comece com pouco, a partir de R$ 20,00 você pode realizar suas primeiras compras de Bitcoin!

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